Nas páginas deste blog, desvendo o meu universo literário. Entre linhas e versos convido-o a mergulhar nas emoções e reflexões que habitam nas minhas palavras.
Este é o espaço onde as ideias ganham vida.
Nas páginas deste blog, desvendo o meu universo literário. Entre linhas e versos convido-o a mergulhar nas emoções e reflexões que habitam nas minhas palavras.
Este é o espaço onde as ideias ganham vida.
Nos corredores onde se decidem os destinos das nações, a velha retórica da solidariedade internacional cedeu lugar a uma nova máxima: "O que há para ganhar?" A diplomacia transacional, promovida pelos Estados Unidos, redefine as relações internacionais não em (...)
No Dia do Livro Português, nada mais apropriado do que celebrar histórias de coragem e determinação que honram o nosso país. Resistência com Sotaque, é um desses livros que não só resgata um capítulo pouco conhecido da nossa história, como também presta (...)
A cidade acordou num silêncio estranho. Não era o silêncio do alvorecer, nem aquele que precede o estrondo dos mísseis. Era um vazio opressor, um buraco no quotidiano da guerra. Há meses, talvez anos, ninguém sabia ao certo, as sirenes eram a música da vida. (...)
Durante a Segunda Guerra Mundial, enquanto a França se encontrava sob ocupação nazi, um grupo de portugueses destacou-se na luta clandestina contra o inimigo. Muitos eram operários emigrados, exilados políticos que fugiram da ditadura de Salazar ou jovens nascidos em (...)
Nos velhos tempos, a diplomacia era uma arte discreta, feita de negociações silenciosas, apertos de mão nos bastidores e comunicados vagos cuidadosamente redigidos. Hoje, os Estados Unidos reinventaram essa prática, transformando a política externa num espetáculo de (...)
É possível esquecer Bucha? Deixá-la dissolver-se no tempo como um pesadelo esquecido ao amanhecer? A história, escreve-se demasiadas vezes com o sangue dos inocentes e apaga-se com a tinta da conveniência. O horror converte-se em notas de rodapé, em (...)
A guerra devora tudo. O chão encharcado de sangue não distingue heróis de covardes, nem sonhos de cinzas. Homens simples, arrancados das suas casas, vestem fardas que pesam como correntes. Aprendem a disparar antes de entender porquê, aprendem a matar antes de (...)