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Rui Ferreira Autor

"A imaginação é o solo fértil onde as sementes do impossível brotam." RF

Rui Ferreira Autor

"A imaginação é o solo fértil onde as sementes do impossível brotam." RF

Texto do dia II

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Focar no essencial é como cultivar um jardim; é necessário remover as ervas daninhas do desnecessário para que as flores do que é verdadeiramente valioso possam florescer. É um exercício de discernimento, onde cada escolha é um passo em direção à essência da nossa existência.
Deixar de valorizar o que é secundário não significa ignorar os detalhes que compõem o todo, mas antes reconhecer que nem todos merecem o mesmo peso  na nossa balança interna.
Valorizar o momento é abraçar a impermanência, é entender que cada segundo é uma tela em branco. É a arte de estar presente, de se entregar ao instante sem a preocupação de tentar segurar o tempo nas nossas mãos.
É no agora que a vida acontece, e é aqui que encontramos a verdadeira riqueza da existência.

Aceitar as imperfeições

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As imperfeições humanas são como as marcas de um artesão na sua obra, conferem-lhe autenticidade e caráter. São as nossas imperfeições que nos tornam únicos, que nos diferenciam na multidão.

Aceitar as imperfeições é abraçar a complexidade do ser humano. A aceitação não é complacência; é reconhecimento de que a perfeição é uma ilusão e que a beleza reside na singularidade de cada um de nós.
Quando aceitamos as nossas imperfeições, abrimos as portas para a autenticidade. A aceitação das imperfeições é um ato de coragem, é a escolha de sermos genuínos num mundo que amiúde valoriza a aparência em detrimento da essência.