Nas páginas deste blog, desvendo o meu universo literário. Entre linhas e versos convido-o a mergulhar nas emoções e reflexões que habitam nas minhas palavras.
Este é o espaço onde as ideias ganham vida.
Nas páginas deste blog, desvendo o meu universo literário. Entre linhas e versos convido-o a mergulhar nas emoções e reflexões que habitam nas minhas palavras.
Este é o espaço onde as ideias ganham vida.
Quantas vezes acreditamos estar diante de respostas definitivas, como se tivéssemos alcançado a chave para compreender a vida, apenas para sermos surpreendidos por novas perguntas que desmontam as nossas convicções? Talvez a vida não seja um livro a ser decifrado, (...)
Mentem os políticos porque a verdade, coitada, anda sempre malvestida e não rende votos. A mentira, ao contrário, desfila com gravata nova, promete mundos e fundos e ainda distribui sorrisos como quem oferece rebuçados a crianças. O eleitor finge acreditar, porque (...)
Se soubessem quantas vezes vesti o meu medo de coragem, talvez entendessem que a bravura não nasce da ausência de temor, mas da decisão silenciosa de continuar, mesmo com o coração a tremer. Quantas vezes caminhei com os joelhos vacilantes, a alma apertada e o (...)
Haverá sempre alguém que não vai conseguir perceber o teu valor. Pode ser um colega que te inveja em silêncio, um amor que te toma por garantido, ou até um estranho que julga sem saber. Mas o mais perigoso de todos é quando esse alguém és tu. Quando começas a (...)
Há em Charlie Brown uma nuvem persistente que não se dissipa, uma espécie de nevoeiro existencial que o impede de ver o azul do céu mesmo quando não há nuvens. Ele espera o pior. Cai antes de tropeçar. Ama com medo e vive com um travão no peito. É gentil, sim, mas (...)
Preocupar-se com o amanhã é como tentar segurar a chuva com as mãos: um esforço vão que apenas molha mais depressa a alma. A mente, inquieta, acredita que antecipar o sofrimento é uma forma de o evitar, mas o que faz, na verdade, é adiantar a dor, somando-a ao (...)
Há quem diga que choramos ao nascer por causa do choque térmico, da luz intensa ou do ar que invade abruptamente os pulmões. Mas talvez, só talvez, o choro inaugural seja o primeiro e último ato de plena lucidez que temos. Um grito instintivo diante da tragédia que (...)