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Rui Ferreira Autor

"A imaginação é o solo fértil onde as sementes do impossível brotam." RF

Rui Ferreira Autor

"A imaginação é o solo fértil onde as sementes do impossível brotam." RF

A Grande Corrida Ecológica

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A Grande Corrida Ecológica: "Olimpíadas do Desperdício”

Introdução

Bem-vindos, senhoras e senhores, à Grande Corrida Ecológica!

Neste prestigiante evento, os atletas competem para ver quem pode esgotar os recursos naturais mais rapidamente. Sim, ouviu bem: estamos a transformar a destruição ambiental num desporto olímpico!

Evento 1: “Mineração de Consciência”

Os nossos competidores lançam-se em minas profundas, cavando freneticamente por ignorância. Quanto mais rápido eles extraírem, mais pontos ganham. Afinal, quem precisa de consciência ambiental quando podemos ter carros potentes e piscinas aquecidas?

Evento 2: “Maratona de Desflorestação”

Os atletas correm pelas florestas tropicais com motosserras nas mãos. O objetivo? Derrubar árvores mais rápido do que um adolescente desesperado no Tinder. A cada árvore caída, ganham um vale-combustível para os seus jatos particulares.

Evento 3: “Salto em Extinção”

Os nossos saltadores de elite saltam de penhascos diretamente para a lista de espécies ameaçadas. Cada salto bem-sucedido vale pontos, e o vencedor ganha um panda embalsamado como prémio.

Evento 4: “Corrida do Petróleo”

Os corredores competem numa pista escorregadia de óleo. Quem conseguir atravessar a linha de chegada sem cair ganha um vale-presente de uma empresa petrolífera e uma toalha manchada de petróleo.

Evento 5: “Lançamento de Plástico”

Os atletas arremessam sacas plásticas a tartarugas marinhas. Quanto mais tartarugas atingirem, mais pontos acumulam. O vencedor recebe um troféu de lixo oceânico e um abraço de um urso polar triste.

Conclusão

E assim, meus amigos, celebramos a destruição desenfreada em nome do progresso. Porque, afinal, o que é um planeta saudável quando podemos ter telemóveis de última geração e piscinas de champanhe?

Lembrem-se: a Terra é apenas um lugar para estacionar nossos carros de luxo. E, se tudo mais falhar, sempre nos podemos mudar para Marte. Afinal, lá não há ONGs chatas preocupadas com o meio ambiente!

A defesa do ambiente continua na ordem do dia

 76-dos-portugueses-preocupados-com-ambiente-e-alte

As alterações climáticas estão, isto é, continuam, na ordem do dia. Há décadas que assim é. Nada de novo, portanto.

Durantes anos, numa época em que falar de alterações climáticas era considerado radicalismo ideológico e devaneios de uma geração rasca, lutei com convicção pela defesa dos ideais do ambiente, defendendo a necessidade urgente de se estabelecer um equilíbrio, na relação precária entre o desenvolvimento e o respeito pelo planeta.

Naquela altura, há 29 anos atrás, o tema da defesa do ambiente era ainda algo novo e exótico, que aos olhos de muita gente, vinha colocar em causa o “modus vivendi” estabelecido e universalmente aceite.

Assumi bandeiras incómodas e complexas para a época, encontrei oponentes onde não esperava, assim como encontrei aliados inesperados.  A mentalidade dominante não estava, nem um pouco mais ou menos, sensibilizada para a defesa do ambiente e resistia com dureza às tentativas de mudança de paradigma. A nível nacional travavam-se combates ideológicos e os partidos políticos procuravam arrebanhar os movimentos emergentes para a sua esfera de influência, tentando com isso capturar e amordaçar aqueles que se levantavam contra o estado da situação.

A nível local também se passou um pouco isso, embora à sua escala e dimensão. De nada adiantou, pelo contrário, apenas me deu mais força para continuar, apesar da dimensão dos oponentes que tinha pela frente.

Estava acompanhado nesta demanda por amigos de grande valia, que em momento algum vacilaram e juntos demos o peito às balas e levamos a nossa missão a bom porto.

Colocamos na ordem do dia, a necessidade urgente de tratar os resíduos sólidos urbanos, da reciclagem e das alterações climáticas. Levamos a discussão até às escolas primárias de todo o concelho de Penafiel e a algumas outras nos concelhos vizinhos, onde promovemos inúmeras iniciativas de sensibilização e aprendizagem ambiental, às quais se juntaram a autarquia e em especial muitos dos docentes daqueles estabelecimentos de ensino.

Nessa época, tal como hoje, defendo que é nas escolas do ensino primário e pré-primário que devem ser lançados os pilares da defesa do ambiente, e os bons resultados obtidos nesse tempo, reforçam esta minha convicção.

A defesa do ambiente continua na ordem do dia

76-dos-portugueses-preocupados-com-ambiente-e-alte

As alterações climáticas estão, isto é, continuam, na ordem do dia. Há décadas que assim é. Nada de novo, portanto.

Durantes anos, numa época em que falar de alterações climáticas era considerado radicalismo ideológico e devaneios de uma geração rasca, lutei com convicção pela defesa dos ideais do ambiente, defendendo a necessidade urgente de se estabelecer um equilíbrio, na relação precária entre o desenvolvimento e o respeito pelo planeta.

Naquela altura, há 29 anos atrás, o tema da defesa do ambiente era ainda algo novo e exótico, que aos olhos de muita gente, vinha colocar em causa o “modus vivendi” estabelecido e universalmente aceite.

Assumi bandeiras incómodas e complexas para a época, encontrei oponentes onde não esperava, assim como encontrei aliados inesperados.  A mentalidade dominante não estava, nem um pouco mais ou menos, sensibilizada para a defesa do ambiente e resistia com dureza às tentativas de mudança de paradigma. A nível nacional travavam-se combates ideológicos e os partidos políticos procuravam arrebanhar os movimentos emergentes para a sua esfera de influência, tentando com isso capturar e amordaçar aqueles que se levantavam contra o estado da situação.

A nível local também se passou um pouco isso, embora à sua escala e dimensão. De nada adiantou, pelo contrário, apenas me deu mais força para continuar, apesar da dimensão dos oponentes que tinha pela frente.

Estava acompanhado nesta demanda por amigos de grande valia, que em momento algum vacilaram e juntos demos o peito às balas e levamos a nossa missão a bom porto.

Colocamos na ordem do dia, a necessidade urgente de tratar os resíduos sólidos urbanos, da reciclagem e das alterações climáticas. Levamos a discussão até às escolas primárias de todo o concelho de Penafiel e a algumas outras nos concelhos vizinhos, onde promovemos inúmeras iniciativas de sensibilização e aprendizagem ambiental, às quais se juntaram a autarquia e em especial muitos dos docentes daqueles estabelecimentos de ensino.

Nessa época, tal como hoje, defendo que é nas escolas do ensino primário e pré-primário que devem ser lançados os pilares da defesa do ambiente, e os bons resultados obtidos nesse tempo, reforçam esta minha convicção.

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