Nas páginas deste blog, desvendo o meu universo literário. Entre linhas e versos convido-o a mergulhar nas emoções e reflexões que habitam nas minhas palavras.
Este é o espaço onde as ideias ganham vida.
Nas páginas deste blog, desvendo o meu universo literário. Entre linhas e versos convido-o a mergulhar nas emoções e reflexões que habitam nas minhas palavras.
Este é o espaço onde as ideias ganham vida.
Falar de amor é fácil. O mundo está cheio de palavras bonitas, declarações grandiosas e promessas ao vento. Mas de que valem as frases se não há gestos que as sustentem? O verdadeiro desafio não é dizer que se ama, mas viver apaixonado. Viver apaixonado não (...)
Há vitórias que se desfazem no instante em que as contamos. Há alegrias que perdem o brilho quando expostas à curiosidade alheia. Falar demais é abrir a porta ao olhar invejoso, ao julgamento apressado, ao desejo oculto de quem não quer o nosso bem. Aprenda a (...)
Há uma solidão que nem o brilho do ecrã consegue apagar. As mensagens trocadas, as videochamadas a horas incertas, o som da voz filtrado por auscultadores... tudo isso ameniza, mas não cura. Porque há uma ausência que se instala no corpo como o frio — aquele que (...)
Há um orgulho que arde em silêncio, como chama contida sob um véu de cinza. Não porque falte intensidade, mas porque o mundo nem sempre é lugar para fogos de alegria sem medida. Às vezes, aquele que mais nos comove, que mais nos enche o peito de júbilo, é (...)
Num mundo onde até as torradeiras precisam de atualizações de software, os livros mantêm-se firmes — mudos, pacientes, e gloriosamente offline. Não precisam de password, não pedem carregador, não se desligam a meio de uma frase porque "a bateria está fraca". (...)
Há datas que trazem consigo uma luz especial, mas este ano, a luz brilhou de forma diferente — mais suave, mais terna, mais… Clara. Com a chegada da pequena Clara, esta Páscoa ganhou um novo sentido, quase sagrado, como se o renascimento que a época celebra se (...)
Há palavras que nos acompanham como velhos amigos. Outras chegam de mansinho, como quem entra sem bater, e ocupam um canto confortável na nossa alma. Gosto particularmente de algumas — não pela frequência com que as uso, mas pela música que encerram, pela pose que (...)