Nas páginas deste blog, desvendo o meu universo literário. Entre linhas e versos convido-o a mergulhar nas emoções e reflexões que habitam nas minhas palavras.
Este é o espaço onde as ideias ganham vida.
Nas páginas deste blog, desvendo o meu universo literário. Entre linhas e versos convido-o a mergulhar nas emoções e reflexões que habitam nas minhas palavras.
Este é o espaço onde as ideias ganham vida.
Os rostos desapareceram. Substituídos por retângulos brilhantes, lentes negras, círculos perfeitos que nos observam mais do que nós a eles. Na imagem, ninguém olha para ninguém — apenas para o pequeno oráculo de vidro que carregam como uma extensão da própria (...)
E se todas os países ensinassem a empatia como a Dinamarca? Se, desde cedo, as crianças aprendessem que ser gentil é tão importante quanto saber ler ou contar, talvez o mundo fosse menos áspero, menos apressado em julgar e mais disposto a compreender. Que tipo de (...)
Era uma vez um lugar muito especial no céu, chamado Arco dos Sonhos. Lá viviam as Cores do Arco-Íris: o Vermelho vibrante, o Laranja alegre, o Amarelo luminoso, o Verde tranquilo, o Azul profundo e o Roxo encantador. Todas elas se conheciam há muito tempo. Brincavam (...)
No Lincolnshire Wildlife Park, em Inglaterra, cinco papagaios tornaram-se celebridades inesperadas — não pelas cores vibrantes ou pela habilidade de falar, mas pelo repertório de palavrões que disparavam contra os visitantes. Como se não bastasse, depois de cada (...)
O que é crescer sem infância? Gritamos por paz em debates, fóruns e hashtags. Mas, longe das câmaras e manchetes que vão mudando, há crianças a crescer em silêncio, entre os escombros daquilo que devia ser a sua infância. Em Gaza. Na Ucrânia. Em tantos outros (...)
Vivemos tempos realmente fascinantes. Enquanto uns se preocupam com as alterações climáticas ou o custo dos legumes, há quem tenha descoberto a verdadeira vocação da vida adulta: ser pai ou mãe de um boneco. Não, não é metáfora — é mesmo literal. Refiro-me (...)
Ainda há esperança, mesmo que os dias se arrastem como sombras longas de um sol cansado. Há esperança, mesmo quando o noticiário despeja tragédia como chuva ácida e os olhares nas ruas parecem ter desaprendido o gesto de sorrir. Porque a esperança não é um (...)