Nas páginas deste blog, desvendo o meu universo literário. Entre linhas e versos convido-o a mergulhar nas emoções e reflexões que habitam nas minhas palavras.
Este é o espaço onde as ideias ganham vida.
Nas páginas deste blog, desvendo o meu universo literário. Entre linhas e versos convido-o a mergulhar nas emoções e reflexões que habitam nas minhas palavras.
Este é o espaço onde as ideias ganham vida.
Há algo de profundamente comovente no instante em que um novo livro é lançado. Não é apenas a celebração de um objeto impresso — é o nascimento público de algo que, durante meses ou anos, viveu em segredo. O autor, que o concebeu em silêncio, partilha agora com (...)
Há momentos raros em que o mundo parece recordar-se de si mesmo. A nomeação de María Corina Machadopara o Nobel da Paz é um desses instantes — quando a verdade, por fim, atravessa o nevoeiro da conveniência. Não se trata apenas de premiar uma mulher que enfrentou (...)
Mentem os políticos porque a verdade, coitada, anda sempre malvestida e não rende votos. A mentira, ao contrário, desfila com gravata nova, promete mundos e fundos e ainda distribui sorrisos como quem oferece rebuçados a crianças. O eleitor finge acreditar, porque (...)
Há quinze dias que o céu deixou de ser apenas céu. Tornou-se palco de um combate feroz, onde o rugido dos aviões e o bater cadenciado dos helicópteros anunciam a esperança que voa. Recolhem água em Entre-os-Rios como quem recolhe vida, e regressam ao fogo como (...)
As águas avançam em Tuvalu com a frieza de um destino anunciado. A cada maré alta, um pedaço da ilha desaparece, como se a Terra estivesse a apagar uma memória que o mundo teima em ignorar. Casas transformam-se em ruínas salgadas, coqueiros tombam com as raízes (...)
Há lições que os livros não ensinam, discursos não gravam e promessas não sustentam. Mas o exemplo — silencioso, firme, presente — esse transforma. Uma criança aprende a gentileza ao observar um gesto simples de cuidado. Um amigo ganha coragem ao ver outro (...)
Existem almas, disso não duvido, que caminham entre nós como sombras densas, não porque tenham morrido, mas porque nunca souberam realmente viver. Não sei se são penadas — talvez sejam apenas prisioneiras de si mesmas —, mas de uma coisa tenho certeza: não (...)