Nas páginas deste blog, desvendo o meu universo literário. Entre linhas e versos convido-o a mergulhar nas emoções e reflexões que habitam nas minhas palavras.
Este é o espaço onde as ideias ganham vida.
Nas páginas deste blog, desvendo o meu universo literário. Entre linhas e versos convido-o a mergulhar nas emoções e reflexões que habitam nas minhas palavras.
Este é o espaço onde as ideias ganham vida.
O que é crescer sem infância? Gritamos por paz em debates, fóruns e hashtags. Mas, longe das câmaras e manchetes que vão mudando, há crianças a crescer em silêncio, entre os escombros daquilo que devia ser a sua infância. Em Gaza. Na Ucrânia. Em tantos outros (...)
Ontem foi a grande noite em Penafiel — a mítica Noite de Bombos. Ou, como já se começa a chamar com mais propriedade, a Noite de Todos os Barulhos, porque chamar aquilo de “música” é como chamar a um sismo de grau 7 “dança contemporânea”. Fez-se (...)
A alvorada de 6 de junho de 1944 rompeu fria e cinzenta sobre as águas revoltas do Canal da Mancha. Milhares de jovens, carregando mais medo do que munição, cruzaram o abismo entre a vida e a morte nas praias de Omaha, Utah, Juno, Gold e Sword. O som ensurdecedor dos (...)
Ninguém escolhe o tempo nem o mundo em que nasce. Esta verdade, simples mas profunda, recorda-nos que somos lançados à existência num contexto que nos antecede, com as suas crises, injustiças, avanços e retrocessos. Não escolhemos nascer em tempos de guerra ou (...)
Ainda há esperança, mesmo que os dias se arrastem como sombras longas de um sol cansado. Há esperança, mesmo quando o noticiário despeja tragédia como chuva ácida e os olhares nas ruas parecem ter desaprendido o gesto de sorrir. Porque a esperança não é um (...)
Sob o peso esmagador do betão, a vida resiste. O homem, soterrado pelos escombros de um lar que já não existe, encara a dor com olhos abertos, presos entre a esperança e o desespero. O bombardeamento israelita devastou mais do que paredes — rompeu famílias, (...)
Nos corredores onde se decidem os destinos das nações, a velha retórica da solidariedade internacional cedeu lugar a uma nova máxima: "O que há para ganhar?" A diplomacia transacional, promovida pelos Estados Unidos, redefine as relações internacionais não em (...)