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O silêncio também tem voz

Nas páginas deste blog, desvendo o meu universo literário. Entre linhas e versos convido-o a mergulhar nas emoções e reflexões que habitam nas minhas palavras. Este é o espaço onde as ideias ganham vida.

O silêncio também tem voz

Nas páginas deste blog, desvendo o meu universo literário. Entre linhas e versos convido-o a mergulhar nas emoções e reflexões que habitam nas minhas palavras. Este é o espaço onde as ideias ganham vida.

O dia em que DeMille se despediu

01.12.25 | RF | comentar
Recebi "O Jogo do Leão", de Nelson DeMille, no dia em que ele morreu. Um gesto irónico do destino, como se a despedida do autor viesse acompanhada da sua voz mais viva, impressa em páginas que ardem de tensão e inteligência. Comecei a leitura com o peso da perda e fui (...)

Quando a humanidade escolhe a caça

15.11.25 | RF | comentar
  “Safári humano.” Duas palavras que não deviam existir lado a lado, e no entanto, existiram. Que espécie de abismo moral é esse onde o sofrimento foi espetáculo, onde a morte de inocentes se tornou passatempo de fim de semana? Que prazer doentio é esse que leva (...)

Quando a alma se reinventa

27.09.25 | RF | comentar
  A vida é um constante convite à transformação. Mudamos quando aprendemos, mudamos quando sofremos, mudamos até quando acreditamos estar imóveis. Cada experiência, boa ou má, acrescenta algo à nossa essência. O que ontem parecia certo pode hoje revelar-se (...)

Senhores do destino,

não escravos do medo

29.08.25 | RF | comentar
  O medo é uma força invisível, mas poderosa. Não precisa de muros nem de grilhões para aprisionar — basta que o aceitemos como mestre. Aquele que cede ao medo é um escravo: renuncia à sua voz, paralisa os seus passos e permite que outros decidam o rumo da sua (...)

O céu também luta

06.08.25 | RF | comentar
Há quinze dias que o céu deixou de ser apenas céu. Tornou-se palco de um combate feroz, onde o rugido dos aviões e o bater cadenciado dos helicópteros anunciam a esperança que voa. Recolhem água em Entre-os-Rios como quem recolhe vida, e regressam ao fogo como (...)