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O silêncio também tem voz

Nas páginas deste blog, desvendo o meu universo literário. Entre linhas e versos convido-o a mergulhar nas emoções e reflexões que habitam nas minhas palavras. Este é o espaço onde as ideias ganham vida.

O silêncio também tem voz

Nas páginas deste blog, desvendo o meu universo literário. Entre linhas e versos convido-o a mergulhar nas emoções e reflexões que habitam nas minhas palavras. Este é o espaço onde as ideias ganham vida.

Corações calejados não sangram

02.01.26 | RF | comentar
  Há calos que não se veem, mas pesam. Não nascem do trabalho das mãos, mas do atrito contínuo da vida contra o peito. Cada desilusão, cada perda mal chorada, cada palavra que ficou por dizer vai criando uma camada a mais no coração, como se ele precisasse de se (...)

O essencial de cada dia

08.12.25 | RF | comentar
  Há dias em que o mundo parece demasiado pesado, demasiado rápido, demasiado ruidoso. Mas basta um instante de beleza para recordar que ainda há lugar para o que nos torna humanos. Uma melodia simples pode devolver-nos um pedaço de calma; um poema pode acender, com (...)

Filhos da lente

02.12.25 | RF | comentar
  Os rostos desapareceram. Substituídos por retângulos brilhantes, lentes negras, círculos perfeitos que nos observam mais do que nós a eles. Na imagem, ninguém olha para ninguém — apenas para o pequeno oráculo de vidro que carregam como uma extensão da própria (...)

O dia em que DeMille se despediu

01.12.25 | RF | comentar
Recebi "O Jogo do Leão", de Nelson DeMille, no dia em que ele morreu. Um gesto irónico do destino, como se a despedida do autor viesse acompanhada da sua voz mais viva, impressa em páginas que ardem de tensão e inteligência. Comecei a leitura com o peso da perda e fui (...)