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Rui Ferreira Autor

"A imaginação é o solo fértil onde as sementes do impossível brotam." RF

Rui Ferreira Autor

"A imaginação é o solo fértil onde as sementes do impossível brotam." RF

Ken Follett, o meu autor de eleição

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Confesso, sou um fã incondicional da escrita de Ken Follett.

Desde o primeiro livro que li deste autor, fiquei fascinado com o brilhantismo das suas histórias, da sua inesgotável e incomparável imaginação, que alia a história às incríveis histórias com que nos vai presenteando ao longo das suas obras.

Depois de ter lido “A queda dos gigantes”, o primeiro da trilogia “O século” nunca mais consegui parar de ler os seus livros. Esta trilogia, com as suas 2820 páginas (944+852+1024), intimidam muitos daqueles que se propõem ler este autor, mas acreditem, vale a pena ler cada uma dessas páginas, uma vez que se trata de uma saga histórica (atravessa todo o século XX), absolutamente soberba.

Ninguém conta histórias como Ken Follett. É um mestre sem rival.

O manancial de livros que já nos disponibilizou é tão vasto e tão rico que começa a ser difícil indicar quais são as suas melhores obras. Pessoalmente adorei a trilogia o Século e achei brilhante “Uma coluna de Fogo”, mas é tão redutor apontar tão pouco, porque Ken Follett tem obras extraordinárias, como “Triplo”, “Os filhos do Èden”, “Kingsbridge: O amanhecer de uma nova era”, “O homem de São Petersburgo” entre tantas e tantas outras.

A minha modesta biblioteca conta com 26 títulos deste autor. Alguns deles ainda não li, mas conto fazê-lo o mais brevemente possível.

Não leio pelo mero capricho de ler, tampouco leio livros ao metro, como vejo muitos booskstragramers fazer por aí. Não acredito nessa leitura compulsiva para “inglês ver”, de consumo mediático para promoção nas redes sociais. Não acredito que a forma como lêem, lhes acrescente qualquer valor, seja a eles próprios enquanto leitores, seja aos títulos e ao autor.

Quando leio, gosto de apreciar a leitura, gosto de analisar o enredo e as suas personagens, ainda que isso demore algum tempo. Faço pausas de uma ou mais semanas entre livros. É assim que gosto de ler, sem cronómetros, sem pressão, sem ter que agradar a quem quer que seja, que não seja eu próprio e ao meu próprio ritmo.

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