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Rui Ferreira Autor

"A imaginação é o solo fértil onde as sementes do impossível brotam." RF

Rui Ferreira Autor

"A imaginação é o solo fértil onde as sementes do impossível brotam." RF

Texto do dia IV

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Da vida, aprendi que não esperar nada de ninguém é uma forma de liberdade. Quando nos desprendemos de anseios e expectativas, abrimos espaço para a serenidade. Não há desilusões, uma vez que não depositamos sonhos nas mãos alheias. Não há traições, pois não confiamos cegamente em promessas vazias.
A paz reside na aceitação desse princípio. Não esperar que o outro compreenda os nossos silêncios, que decifre os nossos olhares ou que nos salve das nossas próprias tormentas. Somos responsáveis pela nossa jornada, e ao não esperar, encontramos a verdadeira tranquilidade.
Assim, seguimos em frente, sem amarras, sem ilusões. Apenas nós mesmos, com a leveza de quem não espera, mas vive plenamente cada instante. 
 
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Todos temos os nossos demónios

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Em cada coração, há um quarto trancado onde guardamos os nossos demónios. São as vozes que nos dizem que não somos bons o suficiente, os medos que nos paralisam diante do desconhecido, os arrependimentos que pesam nas nossas almas como correntes.
Todos nós carregamos os nossos demónios internos, aqueles sussurros de dúvida e medo que percorrem os corredores escuros das nossas mentes. Alguns são sombras do passado, outros são criados pelas incertezas do futuro. Mas é na forma como lidamos com eles que reside a nossa verdadeira força.
Confrontar esses demónios é um diálogo constante entre o que somos e o que tememos ser. Aceitar que eles existem é o primeiro passo para a liberdade. Não para bani-los, mas para compreendê-los e, quem sabe, aprender com eles. Cada demónio carrega uma lição, uma chave para um aspeto escondido de nós mesmos que, uma vez descoberto, pode levar-nos a uma vida mais plena e autêntica.
Assim, dançamos com os nossos demónios ao ritmo da vida, aprendendo a cada passo a transformar a escuridão em luz.

@destacar

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Liberdade de expressão, um direito inalienável?

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Num mundo ideal, a liberdade de expressão seria um direito inalienável, tão vasto quanto o céu e tão profundo quanto o mar. No entanto, vivemos num tecido social complexo onde as palavras têm o poder de construir e destruir, de curar e ferir. A liberdade absoluta, portanto, é uma utopia.

A liberdade de expressão é essencial, sim, mas não pode ser um escudo para a intolerância, nem uma lança contra a dignidade alheia. Onde traçamos a linha? Será que a liberdade de um termina onde começa a do outro, ou será que há um espaço cinzento onde ambas se sobrepõem e se confundem?

Questionamos, então, não a necessidade de limites, mas a natureza deles. Devem ser flexíveis como o junco que se dobra ao vento, ou firmes como o carvalho que resiste à tempestade? E quem os define? A lei, a moral, a ética?

A verdade é que a liberdade sem limites é anarquia, mas a restrição excessiva é tirania. Procuramos o equilíbrio, um ponto de harmonia onde a expressão individual não seja cerceada, mas também não se torne uma arma. É um debate constante, um desafio perpétuo à nossa capacidade de conviver e prosperar como sociedade.

A dança das impossibilidades

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Há uma dança mágica que acontece nos recantos da nossa mente, onde os sonhos e a realidade se abraçam. É a dança das impossibilidades, um espetáculo silencioso que nos lembra da força da nossa crença.

A crença é uma força poderosa. Ela impulsiona-nos a seguir em frente, mesmo quando todos os sinais apontam para o contrário. Quando a razão diz “não”, a crença sussurra “talvez”. E é nesse “talvez” que reside a magia.

A crença é o combustível da alma, a centelha que acende o motor da realização. Ela ensina-nos que, mesmo quando tudo parece perdido, ainda podemos encontrar uma saída.

No final das contas, a dança das impossibilidades é a mais bela de todas, e é nela que encontramos a nossa verdadeira liberdade.

Indiferença e injustiça

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O mundo carregado de dor e sofrimento

Mas muitos se calam sem arrependimento

Não se importam com o outro, só com o próprio bem

Não se sensibilizam com a fome, a guerra, o desdém

A indiferença é a mãe da injustiça

Que alimenta a violência, a opressão, a cobiça

Que ignora os direitos, as diferenças, as vozes

Que gera o ódio, o medo, os algozes

Mas há quem resista e se indigne

Quem lute por um mundo mais digno e livre

Quem se solidarize com o próximo, e se comprometa

Quem denuncie a indiferença, e não se submeta

A justiça é a filha da esperança

Que inspira a paz, a liberdade, a aliança

Que reconhece os deveres, as causas, as semelhanças

Que cria o amor, a coragem, as mudanças.