Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Rui Ferreira Autor

"A imaginação é o solo fértil onde as sementes do impossível brotam." RF

Rui Ferreira Autor

"A imaginação é o solo fértil onde as sementes do impossível brotam." RF

Apresentação no Largo do Carvalhal - Rio de Moinhos

1692047613828.jpg

Um agradecimento muito especial à RioM-Associação Cultural, à Junta de Freguesia de Rio de Moinhos, ao meu amigo Carlos Barros e a todos os que estiveram presentes na apresentação do meu livro, no passado dia 12, no Largo do Carvalhal, em Rio de Moinhos.
Foi um belo momento de partilha, convivência e amizade, que levo para sempre no coração.
Ficam alguns dos registos fotográficos dessa noite.
 

 

 

Resistência com sotaque

Resistência com sotaque, é o meu novo livro, e será publicado sob a chancela da Oficina da Escrita.

Está em pré-venda no site da editora.

https://www.oficinadaescrita.com/product-page/resistência-com-sotaque-de-rui-ferreira?fbclid=IwAR1meF0lwWP3M3Jen7q70QuAvpKqlL9gXXb9uF-hwV7emwu-BffRJOPNtl4

Imagem Promocional - Rui Ferreira 2.jpg

SINOPSE

Na França ocupada, António, o português, adere à resistência para combater o exército nazi e rapidamente assume um papel de relevo naquela organização. Aí, apaixona-se por Corine, uma resistente francesa. Devido a uma doença grave, esta vê-se afastada do combate pela libertação da sua pátria, enquanto o seu coração é disputado por Henri e António. Henri, num ato desesperado de amor, porá em risco a segurança de toda a célula da resistência.

Um destacado e fervoroso agente nazi, que persegue António por toda a Europa, vê-se confrontado com as suas raízes e questiona toda uma vida de dedicação ao ideal nazi.

Com os Açores no cerne da história, tendo em conta a importância geoestratégica que a ilha detinha, quer para os Aliados, quer para os Nazis, as personagens são chamadas a desempenhar um papel crucial na sua defesa.

Entre a luta e a intriga, entre o amor e a traição, desenrola-se uma história arrebatadora de paixão, resistência, combate e jogos de espionagem, enaltecendo o papel esquecido e pouco reconhecido, que muitos portugueses desempenharam durante a Segunda Guerra Mundial e, mais concretamente, na resistência Francesa.

 

#romancenacional #romance #resistenciacomsotaque #ruiferreiraautor #autoresnacionais #Editoras #autores #oficinadaescrita #livronovo #livrosemaislivros #precisavaescrever #segundaguerramundial #resistencia 

O início de uma aventura literária (12 meses depois)

 

117092273_3247143762016030_1950516654213412181_o.jHá precisamente um ano atrás (10 de Agosto de 2020), tornava pública a obra que acabava de editar, “A vida numa cicatriz”, publicada sob a chancela da editora Cordel D` Prata.

Foi um momento agridoce, de sensações cruzadas. Se por um lado a felicidade se impunha naturalmente, por outro crescia um temor que me atormentava desde o início desta aventura.

Desde o envio para as editoras ao recebimento do veredicto destas, felizmente positivo de entre as que me responderam, ao processo de escolha da editora certa, à publicação, tudo foi difícil de aceitar, até porque implicava abdicar da minha privacidade e tornar pública uma parte de mim que escondia havia anos.

Foi pois, um processo difícil, conturbado, intimamente tumultuoso, repleto de hesitações, de avanços e recuos, só tornado público quando a Cordel D` Prata a anunciou publicamente como nomeada nas Categorias Escolha do Leitor 2020 e Romance 2020. Senti nesse momento um nó no estomago e um aperto no coração, porque percebi que não conseguia manter o segredo por mais tempo.

Segredo esse que durava há mais de 4 anos, pois era esse o tempo que já havia decorrido desde que tinha terminado de a escrever e carinhosamente a tinha guardado numa pasta oculta do meu computador pessoal.

Olhando para trás, senti que cometi erros de principiante, que seguramente não cometeria se este fosse um segundo ou terceiro livro, pois a experiência assim dita.

Não teria deixado de prestar toda a atenção à correcção proposta. Não teria lido “na oblíqua” o texto final, tê-lo-ia lido exaustivamente, teria proposto novas correcções e teria eliminado algumas imprecisões e gralhas que permaneceram.

A minha “resistência” a todo o processo de publicação, sempre em contradição comigo mesmo, digladiando-se o consciente e o subconsciente num clima de guerrilha interior que me consumia dia após dia, forçaram-me a cometer erros que apenas a mim podem ser atribuídos e que inevitavelmente se reflectiam na qualidade da obra apresentada. Daí que o momento do anúncio público, foi igualmente um momento de libertação, mas que novamente trouxe um novo e inédito desafio, o de enfrentar os leitores e lidar com as suas críticas. Paralelamente acontecia um desafio maior, o de estar nomeada para a atribuição de prémios e logo na primeira obra escrita.

117373872_3250199665043773_5987976504907749588_o.j

Procurei informação acerca dos meus oponentes na categoria Romance 2020 e fiquei aterrado. Senti-me a lebre que corre velozmente no início do percurso apenas com o intuito de proporcionar aos restantes uma corrida ao mais alto nível para se coroarem de glória no final.

O Diogo Simões tinha vencido no ano anterior, na categoria Suspense, com a obra “Esquecido”. A Ana Salgueiro tem uma legião de leitores a segui-la nas redes sociais e a Lauren Lewis surgia com um segundo livro escrito. Tudo se alinhava para que de entre estes três, saísse o vencedor. 

Confesso que me senti derrotado pelo peso da informação obtida, mas levantei a cabeça e enfrentei o desafio com determinação. Só via uma solução para um, altamente improvável, final feliz. Convencer os meus amigos a participar ativamente na votação e esperar pelos resultados finais.

E esse é um novo capítulo desta aventura literária.

Sessão de autógrafos na Feira do Livro de Lisboa


Promo-Livro-FeiradoLivro.jpeg

A primeira sessão de autógrafos decorreu na Feira do Livro de Lisboa, e contou com a presença da minha família (Isabel e Bárbara,  Alberto e  Cândida), dos meus queridos amigos (Vieira e Aldina, Joana, Bruno e Gustavo,  Élio e Cristina), que apesar da distância que tiveram de percorrer, fizeram questão de estarem presentes neste dia tão especial para mim e tornaram este dia ainda mais gratificante.

118956835_3827721293924013_7872007191122799746_n.j

Foi mais um dia inesquecível nesta caminhada que se tem revelado extraordinária, fruto do imenso carinho que tenho recebido de amigos e desconhecidos, que nas redes sociais me enviam pedidos e palavras de incentivo.

118962004_3827721207257355_1933246454216370458_n.j

Trata-se de uma experiência extremamente enriquecedora, também ela única. Apesar de estarmos a viver em pleno período de pandemia, o ambiente vivido na Feira era extraordinário.

Será que foi um  momento único, ou o início de uma aventura que terá novos episódios?

Sentir o livro pela primeira vez

120266370_3899334530096022_1491788773527304421_n.j

A chegada do primeiro exemplar de algo que criamos é sempre um momento especial, único.  Algo que se perpetuará na memória e que levaremos connosco, seja lá para onde quer que a vida e além dela nos leve. A indiscritível sensação de ver materializado um sonho, só é suplantada por uns escassos momentos da vida, como a do nascimento de um filho.

E os livros também são nossos filhos, porque nascem do nosso pensamento, da nossa vontade, do nosso desejo.