Nas páginas deste blog, desvendo o meu universo literário. Entre linhas e versos convido-o a mergulhar nas emoções e reflexões que habitam nas minhas palavras.
Este é o espaço onde as ideias ganham vida.
Nas páginas deste blog, desvendo o meu universo literário. Entre linhas e versos convido-o a mergulhar nas emoções e reflexões que habitam nas minhas palavras.
Este é o espaço onde as ideias ganham vida.
Recebi "O Jogo do Leão", de Nelson DeMille, no dia em que ele morreu. Um gesto irónico do destino, como se a despedida do autor viesse acompanhada da sua voz mais viva, impressa em páginas que ardem de tensão e inteligência. Comecei a leitura com o peso da perda e fui (...)
“Safári humano.” Duas palavras que não deviam existir lado a lado, e no entanto, existiram. Que espécie de abismo moral é esse onde o sofrimento foi espetáculo, onde a morte de inocentes se tornou passatempo de fim de semana? Que prazer doentio é esse que leva (...)
Existem almas, disso não duvido, que caminham entre nós como sombras densas, não porque tenham morrido, mas porque nunca souberam realmente viver. Não sei se são penadas — talvez sejam apenas prisioneiras de si mesmas —, mas de uma coisa tenho certeza: não (...)
Talvez nenhum sentimento tenha moldado tanto o espírito humano quanto o medo. Antes do fogo, antes da linguagem estruturada, já havia o som da tempestade, o rugido do predador, a morte súbita do companheiro — e, perante o desconhecido, o homem tremeu. E, tremendo, (...)
A alvorada de 6 de junho de 1944 rompeu fria e cinzenta sobre as águas revoltas do Canal da Mancha. Milhares de jovens, carregando mais medo do que munição, cruzaram o abismo entre a vida e a morte nas praias de Omaha, Utah, Juno, Gold e Sword. O som ensurdecedor dos (...)
Fecho os olhos e ouço vozes que já não vivem entre nós — mas que ainda gritam, choram, riem e amam dentro de cada nota, de cada verso. No meio de todas, há uma que me atravessa a alma: Freddie Mercury. Para mim, o maior cantor, performer e artista de todos os (...)
O ser humano, na sua arrogância sem limites, acredita-se dono absoluto da vida e da morte. Foi com essa certeza cruel que uma mulher, diante da impossibilidade de embarque com o seu cão, tomou a decisão mais abjeta possível: afogá-lo. Não houve hesitação, não (...)