Nas páginas deste blog, desvendo o meu universo literário. Entre linhas e versos convido-o a mergulhar nas emoções e reflexões que habitam nas minhas palavras.
Este é o espaço onde as ideias ganham vida.
Nas páginas deste blog, desvendo o meu universo literário. Entre linhas e versos convido-o a mergulhar nas emoções e reflexões que habitam nas minhas palavras.
Este é o espaço onde as ideias ganham vida.
Ainda que o seu passado tenha marcas, o seu futuro está intacto. E isso, embora possa ser assustador, é também uma promessa. As cicatrizes que carrega — visíveis ou não — contam histórias de quedas, perdas e recomeços. Mas elas não são grilhões. São (...)
Confesso: sinto um arrepio quando ouço o hino nacional. As primeiras notas soam e algo dentro de mim se agita, como se cada acorde despertasse memórias que nem sei explicar. É um orgulho que me invade o peito, um nó na garganta, uma vontade de erguer a cabeça e sentir (...)
Há dias em que o mundo pesa mais. Não por algo em particular, mas por tudo em geral — o ruído, as pressas, as máscaras. Dias em que não queremos explicações nem companhia, apenas o silêncio que nos devolve a nós mesmos. Nessas alturas, há lugares que não são (...)
Chamam-nos a peste grisalha, esse enxame de cabeças prateadas que ousa ocupar espaço no mundo como se ainda tivesse direito a ele. Acordamos cedo – não por gosto, mas porque os joelhos fazem questão de nos lembrar que dormir mais do que seis horas é luxo de (...)
Hoje, assinala-se o Dia da Vitória na Europa, data que marca a capitulação da Alemanha nazi em 1945 e o fim de uma das mais sombrias páginas da História. Mais do que uma celebração militar, este é um dia de memória — memória dos milhões de vidas (...)
O passado é um velho casarão em ruínas, onde as paredes guardam segredos de tudo o que fomos. Há ali memórias inscritas como musgo nas pedras, algumas suaves como a luz filtrada por vidraças empoeiradas, outras afiadas como pregos esquecidos no soalho apodrecido. (...)
A juventude e a velhice sempre se olharam com desconfiança, como se fossem inimigas naturais. O jovem, com a sua sede de mudança, vê no idoso um guardião de tradições ultrapassadas, um freio para a modernidade. O velho, por sua vez, observa a impaciência da (...)