Nas páginas deste blog, desvendo o meu universo literário. Entre linhas e versos convido-o a mergulhar nas emoções e reflexões que habitam nas minhas palavras.
Este é o espaço onde as ideias ganham vida.
Nas páginas deste blog, desvendo o meu universo literário. Entre linhas e versos convido-o a mergulhar nas emoções e reflexões que habitam nas minhas palavras.
Este é o espaço onde as ideias ganham vida.
Há instituições que só se revelam plenamente quando a vida nos põe à prova. O SNS é uma delas. Todos os dias é criticado, ferido por palavras fáceis e exigências cegas, mas continua lá — imperfeito, humano, resistente — a segurar quem cai. Felizes dos (...)
No Norte cozinha-se com alma — não apenas com mãos habituadas ao forno e ao lume, mas com memórias, com afetos, com uma generosidade que se serve sem medir. E não será essa frontalidade, essa arte de bem receber e de fazer da mesa um lugar sagrado, aquilo que (...)
José Saramago foi, e continua a ser, uma singularidade na literatura portuguesa — um sismo de palavras que abalou a tradição e rompeu com o cânone. Ganhou o Prémio Nobel da Literatura em 1998, não por ser apenas um bom escritor, mas porque ousou interrogar o mundo (...)
Séculos passaram desde que a valorosa Padeira de Aljubarrota empunhou a sua pá e enfiou um argumento bem assado na cabeça de sete castelhanos atrevidos. Pois ontem, no relvado sagrado da Liga das Nações, a tradição manteve-se viva — só que em vez de pão, (...)
Confesso: sinto um arrepio quando ouço o hino nacional. As primeiras notas soam e algo dentro de mim se agita, como se cada acorde despertasse memórias que nem sei explicar. É um orgulho que me invade o peito, um nó na garganta, uma vontade de erguer a cabeça e sentir (...)
Vivemos num tempo curioso em que se aplaudem diplomas como troféus e se promovem formações como se fossem varinhas mágicas da competência absoluta. Não me entendam mal: a formação é essencial. Ensina-nos a operar máquinas, a interpretar legislação, a aplicar (...)
Em tempos de crise — seja pandemia, apagão ou ameaça de fim do mundo à portuguesa — há um instinto que se sobrepõe a todos os outros: o de correr ao supermercado e açambarcar papel higiénico como se disso dependesse a sobrevivência da espécie. Não é (...)