Nas páginas deste blog, desvendo o meu universo literário. Entre linhas e versos convido-o a mergulhar nas emoções e reflexões que habitam nas minhas palavras.
Este é o espaço onde as ideias ganham vida.
Nas páginas deste blog, desvendo o meu universo literário. Entre linhas e versos convido-o a mergulhar nas emoções e reflexões que habitam nas minhas palavras.
Este é o espaço onde as ideias ganham vida.
Dizemos sempre: “Se visse, denunciava.” Mas quando os gritos atravessam a parede do prédio, a maioria baixa o volume da televisão e finge que nada aconteceu. Esse silêncio é tão letal quanto o punho que desce sobre a vítima. A violência doméstica não (...)
Nunca discuta com alguém cuja televisão seja maior do que a sua biblioteca — porque, como podemos esperar que alguém que mede conhecimento em polegadas compreenda argumentos que não vêm acompanhados de cores vibrantes e som surround? Discutir com essa pessoa é (...)
Até que ponto a tolerância pode ser confundida com indiferença? O mal, de facto, não se impõe de imediato; ele infiltra-se, pede espaço em nome da liberdade e da convivência, até que, fortalecido, se volta contra a própria liberdade que o alimentou. Não é (...)
A vida é um constante convite à transformação. Mudamos quando aprendemos, mudamos quando sofremos, mudamos até quando acreditamos estar imóveis. Cada experiência, boa ou má, acrescenta algo à nossa essência. O que ontem parecia certo pode hoje revelar-se (...)
Se as ovelhas pastam em silêncio, que surpresa há em ver lobos à mesa do poder? A passividade dos muitos é o convite dourado para a ferocidade dos poucos. E não será curioso que, quando o rebanho desperta para a fome dos predadores, já seja tarde demais? Talvez o (...)
As latas vazias sempre fizeram mais barulho que as cheias. É uma lei universal, daquelas que dispensam laboratório ou certificado científico. Basta entrar num autocarro, abrir uma rede social ou ouvir um discurso político para comprovar: quanto menos conteúdo, mais (...)
A coragem de dizer a verdade não nasce da juventude impetuosa, mas da velhice desinibida. Quando somos jovens, medimos cada palavra como quem joga xadrez contra o mundo: receamos perder peças, reputação ou amigos. Com o tempo, porém, percebemos que o tabuleiro é (...)