Nas páginas deste blog, desvendo o meu universo literário. Entre linhas e versos convido-o a mergulhar nas emoções e reflexões que habitam nas minhas palavras.
Este é o espaço onde as ideias ganham vida.
Nas páginas deste blog, desvendo o meu universo literário. Entre linhas e versos convido-o a mergulhar nas emoções e reflexões que habitam nas minhas palavras.
Este é o espaço onde as ideias ganham vida.
Há um amor que protege e outro que abandona disfarçado de ternura. O amor de mãe nasce do instinto de cuidar, mas amadurece na coragem de dizer não. Quando o afeto se recusa a impor limites, deixa de ser abrigo e transforma-se em ausência. Não porque falte (...)
O senhor Gilberto acorda cedo todos os dias, mas não por causa do trabalho — isso seria demasiado banal — e sim porque um pardal insolente ousa piar perto do seu território. Ele espreguiça-se longamente, olha o horizonte com ar de filósofo cansado e, como grande (...)
A ponte cai. O ascensor despenca. O ferro e a madeira que deveriam sustentar a vida tornam-se túmulo, e o rumor do choque ouve-se mais fundo do que o simples ruído da tragédia. Depois, o silêncio. E nesse silêncio ergue-se a pergunta: a culpa, uma vez mais, (...)
"O hábito faz o monge" — dizem eles, com a mesma certeza com que afirmam que um jaleco branco faz o médico ou que um capacete transforma qualquer um em engenheiro. É curioso, no mínimo. Se vestir um hábito transforma um homem em monge, então bastará frequentar (...)
Há um vazio que grita, mas não tem nome. É nesse eco surdo da frustração e do medo, que germina o impulso de partilhar — até à exaustão — conteúdo falso, misógino, xenófobo. Quem o faz não o faz, muitas vezes, por maldade consciente, mas por uma urgência (...)
Vivemos uma era em que as aparências frequentemente mascaram a realidade. A célebre máxima “O tempo coloca cada rei no seu trono e cada palhaço no seu circo” revela, com uma ironia afiada, os papéis invertidos que se impõem no cenário político e social atual. N (...)
Chegou o momento de decidir o rumo do nosso futuro coletivo. Não é tempo de silêncios, nem de cruzar os braços. É tempo de assumirmos, com coragem e consciência, a responsabilidade que a democracia nos confia. Cada voto é uma voz que se levanta, uma escolha (...)