Nas páginas deste blog, desvendo o meu universo literário. Entre linhas e versos convido-o a mergulhar nas emoções e reflexões que habitam nas minhas palavras.
Este é o espaço onde as ideias ganham vida.
Nas páginas deste blog, desvendo o meu universo literário. Entre linhas e versos convido-o a mergulhar nas emoções e reflexões que habitam nas minhas palavras.
Este é o espaço onde as ideias ganham vida.
“Safári humano.” Duas palavras que não deviam existir lado a lado, e no entanto, existiram. Que espécie de abismo moral é esse onde o sofrimento foi espetáculo, onde a morte de inocentes se tornou passatempo de fim de semana? Que prazer doentio é esse que leva (...)
Dizem que há um gene que só pulsa no sangue dos portugueses — o A25-BIS-DR2, herança dos antigos Lusitanos, guardado como um segredo nas montanhas e nas veias do povo. Um código de identidade, dizem uns; uma prova de singularidade, juram outros. Mas será mesmo (...)
Num tempo em que o ritmo da vida parece ter acelerado para lá do essencial, a família continua a ser o ponto de equilíbrio mais fundamental do ser humano. Não é apenas um conjunto de laços de sangue ou de convivência; é o espaço onde se aprende a amar, a (...)
Sob o peso esmagador do betão, a vida resiste. O homem, soterrado pelos escombros de um lar que já não existe, encara a dor com olhos abertos, presos entre a esperança e o desespero. O bombardeamento israelita devastou mais do que paredes — rompeu famílias, (...)
Oh, utopia insensata, que proclama a Europa una e indivisível, erguendo estandartes de concórdia sobre os escombros de séculos de dissonância! Os seus arautos, armados de tratados e jargões burocráticos, julgam que um punhado de regulamentos e reuniões em salas bem (...)
É possível esquecer Bucha? Deixá-la dissolver-se no tempo como um pesadelo esquecido ao amanhecer? A história, escreve-se demasiadas vezes com o sangue dos inocentes e apaga-se com a tinta da conveniência. O horror converte-se em notas de rodapé, em (...)
A guerra devora tudo. O chão encharcado de sangue não distingue heróis de covardes, nem sonhos de cinzas. Homens simples, arrancados das suas casas, vestem fardas que pesam como correntes. Aprendem a disparar antes de entender porquê, aprendem a matar antes de (...)