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O silêncio também tem voz

Nas páginas deste blog, desvendo o meu universo literário. Entre linhas e versos convido-o a mergulhar nas emoções e reflexões que habitam nas minhas palavras. Este é o espaço onde as ideias ganham vida.

O silêncio também tem voz

Nas páginas deste blog, desvendo o meu universo literário. Entre linhas e versos convido-o a mergulhar nas emoções e reflexões que habitam nas minhas palavras. Este é o espaço onde as ideias ganham vida.

Quando a humanidade escolhe a caça

15.11.25 | RF | comentar
  “Safári humano.” Duas palavras que não deviam existir lado a lado, e no entanto, existiram. Que espécie de abismo moral é esse onde o sofrimento foi espetáculo, onde a morte de inocentes se tornou passatempo de fim de semana? Que prazer doentio é esse que leva (...)

O gene dos Lusitanos:

Verdade biológica ou mito de identidade?

21.10.25 | RF | comentar
  Dizem que há um gene que só pulsa no sangue dos portugueses — o A25-BIS-DR2, herança dos antigos Lusitanos, guardado como um segredo nas montanhas e nas veias do povo. Um código de identidade, dizem uns; uma prova de singularidade, juram outros. Mas será mesmo (...)

Família: Alicerce do ser social

15.05.25 | RF | comentar
  Num tempo em que o ritmo da vida parece ter acelerado para lá do essencial, a família continua a ser o ponto de equilíbrio mais fundamental do ser humano. Não é apenas um conjunto de laços de sangue ou de convivência; é o espaço onde se aprende a amar, a (...)

Bombardeamento (mais um), em Gaza

09.04.25 | RF | comentar
  Sob o peso esmagador do betão, a vida resiste. O homem, soterrado pelos escombros de um lar que já não existe, encara a dor com olhos abertos, presos entre a esperança e o desespero. O bombardeamento israelita devastou mais do que paredes — rompeu famílias, (...)

O Silêncio de Bucha

22.02.25 | RF | comentar
    É possível esquecer Bucha? Deixá-la dissolver-se no tempo como um pesadelo esquecido ao amanhecer? A história, escreve-se demasiadas vezes com o sangue dos inocentes e apaga-se com a tinta da conveniência. O horror converte-se em notas de rodapé, em (...)

Os homens que se tornam ferro

12.02.25 | RF | comentar
  A guerra devora tudo. O chão encharcado de sangue não distingue heróis de covardes, nem sonhos de cinzas.   Homens simples, arrancados das suas casas, vestem fardas que pesam como correntes. Aprendem a disparar antes de entender porquê, aprendem a matar antes de (...)