Nas páginas deste blog, desvendo o meu universo literário. Entre linhas e versos convido-o a mergulhar nas emoções e reflexões que habitam nas minhas palavras.
Este é o espaço onde as ideias ganham vida.
Nas páginas deste blog, desvendo o meu universo literário. Entre linhas e versos convido-o a mergulhar nas emoções e reflexões que habitam nas minhas palavras.
Este é o espaço onde as ideias ganham vida.
Sob o céu imenso de Chiang Mai, quando a noite se abriu em estrelas, ergui entre as mãos a lanterna que guardava tudo o que não podia dizer em voz alta. À minha volta, centenas de luzes tremulavam como pequenos corações a despertar, mas foi naquele instante — ali, (...)
A verdade, por mais luminosa que seja, nada pode contra o olhar de quem escolheu a sombra. Um tolo determinado a acreditar numa mentira ergue muralhas de convicção mais sólidas do que qualquer argumento. A mentira, quando alimentada pela vontade, torna-se fé — e a (...)
Existem almas, disso não duvido, que caminham entre nós como sombras densas, não porque tenham morrido, mas porque nunca souberam realmente viver. Não sei se são penadas — talvez sejam apenas prisioneiras de si mesmas —, mas de uma coisa tenho certeza: não (...)
Há algo de profundamente ameaçador nos livros para qualquer ditador. Não são as folhas impressas nem as lombadas nas estantes — é o que vive dentro deles. Ideias. Perguntas. Sonhos. Os livros são portadores da liberdade mais temida pelos regimes autoritários: a (...)
Às vezes, vivemos tão imersos na tecnologia que esquecemos o quanto ela influencia — e até domina — o nosso modo de vida. A citação revela uma verdade inquietante: só quando tudo se apaga — o ecrã, o sinal, a ligação — é que somos confrontados com o (...)
Celebro o 25 de Abril sem arrependimento, sem a sombra do luto que por vezes querem lançar sobre a aurora da liberdade, sem reservas nem tibiezas, mas com o coração pleno de gratidão por um povo que ousou romper o silêncio da opressão para erguer, com cravos e (...)
Há palavras que nos acompanham como velhos amigos. Outras chegam de mansinho, como quem entra sem bater, e ocupam um canto confortável na nossa alma. Gosto particularmente de algumas — não pela frequência com que as uso, mas pela música que encerram, pela pose que (...)